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ASA vence CSE por 2 a 1 no clássico em Palmeira

Com apagão e um a menos, ASA vence CSE por 2 a 1 no clássico em Palmeira

No início do segundo tempo, quatro torres de iluminação do Estádio Juca Sampaio se apagaram e a partida ficou interrompida por 58 minutos 

 Por Mauricio Manoel e Isaac Simões | Portal Gazetaweb    01/02/2018 00h44

Alvinegro leva a melhor no clássico do interior, e vence o CSE por 2 a 1

FOTO: VICTOR HUGO/ASCOM ASA

Em um jogo de muita emoção, o ASA venceu o CSE por 2 a 1, nesta quarta-feira (31), no Estádio Juca Sampaio em Palmeira dos Índios, pelo encerramento da terceira rodada do Campeonato Alagoano. O lateral Lucas Piauí e o atacante Rômulo marcaram para o Alvinegro, enquanto que o atacante Jajá descontou para o Tricolor. O fato curioso do confronto foi a queda de energia no estádio, paralisando o clássico por 58 minutos, na segunda etapa.

Com o triunfo, o ASA mantém os 100% de aproveitamento e assume a vice-liderança do Estadual, com seis pontos – três a menos que o líder CRB. Por outro lado, o CSE conhece a sua primeira derrota na competição e estaciona na quinta colocação, com três pontos conquistados.

Na próxima rodada, o Alvinegro vai ter mais um desafio pela frente, encarando o CSA no Estádio Rei Pelé. Já o Tricolor vai até Boca da Mata, medir forças com o Santa Rita, no Estádio Olival Elias de Moraes. As duas partidas acontecem no próximo domingo (4), ambas às 16 horas.

COMO FOI

O jogo iniciou com o Tricolor dando um susto no Alvinegro. Logo no primeiro minuto, de fora da área, Juninho Paraíba soltou uma bomba, o goleiro Dida bateu roupa e, no rebote, Júnior Alves tentou marcar, mas a arbitragem marcou impedimento.

Aos 4, o ASA respondeu com Rômulo, mas chutou fraco, ficando fácil para o goleiro André Pereira. O ASA chegou de novo aos 7, após uma blitz no ataque: Rômulo e Coutinho finalizaram, a redonda bateu na zaga tricolor, e no rebote, Cal chutou para fora.

O CSE chegou com perigo aos 20 minutos. O meia Júnior Alves recebeu na intermediária, disparou em alta velocidade, e mesmo marcado pelo zagueiro Lucas Bahia, chutou com força, carimbando a trave do goleiro Dida. O Tricolor pressionava, e cinco minutos depois, o atacante Diego Clementino chutou e a bola passou tirando tinta do poste direito.

Até então, o ASA não ganhava uma jogada no meio de campo. Para os Alvinegros, parecia até que a redonda estava pegando fogo. Trocar dois passes era quase impossível.

Pelo ASA, Cal tinha muita dificuldade em parar as investidas do CSE, mas não deixou de atacar quando a bola sobrava. Aos 38, ele tentou mais uma vez de fora da área, mas bateu no paredão arapiraquense. Três minutos mais tarde, foi a vez de Rômulo tentar. Usando o corpo, protegendo a bola, chegou na entrada da grande área, mas.. que feio! Errou totalmente.

A situação já estava complicada para o Fantasma e, para piorar, nos acréscimos, o zagueiro André Nunes deu uma tesoura nas pernas de Clementino, recebeu o segundo amarelo e foi expulso.

Apagão e vitória alvinegra

Na segunda etapa, logo no primeiro ataque, que balde de água fria nos palmeirenses! O ASA abriu o placar com Lucas Piauí cobrando falta pelo lado esquerdo de ataque, a bola foi alçada, tocou suavemente na defesa do CSE e ela morreu no lado direito do goleiro André Pereira: 1 a 0.

 

Parte dos refletores do Estádio Juca Sampaio apagaram no início da segunda etapa

FOTO: REPRODUÇÃO / FAFTV

Coincidência ou não, antes do reinício da partida, parte dos refletores apagaram. Jogo paralisado! Após 58 minutos de paralisação, o CSE voltou na pressão. Diego Clementino recebeu dentro da área, mas chutou na trave. E foi na pressão, aos 11, que o Tricolor empatou a partida com Jajá, de cabeça: 1 a 1. 

O ASA estava entregue. Mais que ninguém queria que o jogo acabasse. Por outro lado, a cada minutos que passava a tensão tomava conta dos donos da casa. Quando mais o CSE sufocava, mais a estrela do goleiro alvinegro Dida brilhava.

Antes do apito final, em uma jogada de contra-ataque, o artilheiro Rômulo foi lançado dentro da área, driblou o marcador e de pé esquerdo tocou no canto do arqueiro tricolor, dando números finais ao clássico. CSE 1×2 ASA.

FICHA TÉCNICA

CSE: André Pereira, Juninho ( André), Diogo Batista, Weverton e David; Josias ( Jajá), Dinho ( Loirinho), Júnior Alves e  Júnior Paraíba; Diego Clementino e Pedro Maycon. Técnico: Manoel Pinheiro.

 

ASA: Dida, Chiquinho Alagoano, André Nunes, Lucas Bahia e Lucas Piauí; Cal, Cleidson Pink, Coutinho e Diego Furtado ( Isaias); Jean Carlos ( Marcos Arthur) e Rômulo ( Carlos Caaporã). Técnico: Luiz Paulo.

Renda: R$ 19.405,00

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